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Estas considerações são para tempos de paz e busca conjunta de evolução e consciência.
A Essência:
1. O ser humano tem o direito de cultivar livremente a sua Fé, Religião e Espírito, com base na Tradição.
2. Estimular os idiomas locais e tradicionais e unir os seres humanos através de idioma moderno e acessível, universal, que não pertença a nenhum povo ou nação mas que seja propriedade comum humana, e que possibilite acumular o conhecimento humano através dos tempos.
3. Buscar a Verdade, a Beleza e a Justiça, com sabedoria e razão, respeitando as Tradições e a harmonia com a natureza, a Individualidade sadia, o Espírito e o Cosmo.
4. O ser humano necessita crescer em núcleo que proporcione as necessidades básicas, respeito, arte, desporto, religião e atividades que o afastem da ignorância, da doença e do sofrimento, com distinto respeito às crianças, até que tenham a maioridade e consciência adulta.
As Nações:
5. Direitos pessoais e deveres sociais devem estar em equilíbrio, e o dinheiro do Estado é o dinheiro de pessoas que trabalham e produzem para o bem comum, e os seus governantes e juízes devem ser firmemente cobrados e responsabilizados pelo uso desses recursos.
6. As nações são fronteiras temporais que representam grupos humanos reunidos e devem ser direcionadas a prover dignidade, liberdade e ordem aos seus cidadãos sem leis inúteis, excessos e privilégios.
7. Mandatários, sejam eles reis, presidentes, chanceleres, ministros, políticos, juízes e comandantes militares de nações, e toda a pessoa com função coletiva necessária para a organização do seu povo, não devem ter privilégios ou altos salários e devem ser afastados ao menor indício de corrupção, com penas multiplicadas. Maior o poder coletivo, maior a responsabilidade e maior a pena.
8. Os Estados precisam sempre de aprimoramentos nos seus mecanismos e posições para que sejam úteis ao cidadão.
9. As nações precisam manter um espírito de amizade, tolerância e respeito, e disputas que não possam ser resolvidas por trocas e diplomacia devem ser submetidas a um tribunal internacional formado por juízes honestos e reconhecidos de várias nações estáveis.
O destino comum:
10. O universo é lento e contínuo, e a passagem de cada um é temporária, assim como a sua obra, e o respeito à liberdade de cada essência é a lei.
Este manifesto é vivo e será revisto de tempos em tempos, com a Consciência e a busca pela Sabedoria.